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Mãe de aluno diz que alertou escola em 2022 e pediu policiamento

Os estudantes da escola realizaram hoje (28) uma vigília na porta da unidade escolar em memória da professora que faleceu

Em entrevista ao programa Encontro nesta terça-feira (28), Maria das Graças, mãe de um aluno da Escola Estadual Thomazia Montoro , revelou que há tempos “temia que uma tragédia ocorresse” na escola — devido às frequentes brigas entre os alunos.

Ela disse que tentou alertar a direção da escola diversas vezes sobre o problema e pediu que a polícia fosse chamada para intervir.

Quatro professoras e um aluno foram esfaqueados na hora da chamada dentro da sala de aula

Na manhã de segunda-feira (27), quatro professoras e um aluno foram esfaqueados dentro da sala de aula, resultando na morte da professora Elisabete Tenreiro .

Maria alega que as brigas eram intensas e violentas, e que sempre que ocorriam, ela tentava ajudar as crianças ligando para a escola. A mulher disse que chegou a pedir que a polícia fosse colocada dentro da escola pelo menos três vezes por semana.

O aluno responsável pelos ataques está sob custódia na Fundação Casa , e passará por uma audiência na Vara de Infância e Juventude nesta terça-feira (28).

Relatos de ex-alunos, pais, e profissionais da educação indicam um déficit de funcionários e precarização do trabalho na escola.

Há também diversos relatos de bullying e atos de violência entre alunos da escola.

A escola faz parte do Programa de Ensino Integral (PEI), iniciativa do governo do estado de São Paulo desde 2021. O governo decretou luto de três dias pela morte da professora Elisabete Tenreiro.



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