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‘Ter a oportunidade de conhecer os fãs brasileiros é surreal’, diz Olivia Holt

dezembro 15th 2016  ·   0 Comentários

“Amamos a América do Sul” disse membro da banda R5 em entrevista; Olivia Holt, pela primeira vez por aqui, também está adorando a experiência

Para encerrar um ano repleto de shows internacionais, São Paulo recebe o festival FunPopFun nesta quarta-feira (14) com apresentações da banda americana R5 e da cantora – que também é atriz – Olivia Holt.

Pela terceira vez em São Paulo%2C a banda R5 irá se apresentar no festival FunPopFun na próxima quarta-feira (14)

Pela terceira vez em São Paulo, a banda R5 irá se apresentar no festival FunPopFun na próxima quarta-feira (14)

Foto: Divulgação

Para o grupo R5 não é novidade passar por aqui “já estivemos três vezes em São Paulo e duas no Rio”, comentou Rocky Lynch, guitarrista da banda. “Toda vez que viemos para cá recebemos uma recepção calorosa, esperamos poder voltar mais vezes”, emendou seu irmão mais novo, Ross Lynch, principal responsável pelos vocais do grupo. Já para Olivia, tudo por aqui ainda é novidade. A cantora disse que estava no Brasil há menos de 24 horas, mas que, apesar do pouco tempo, já estava impressionada. “Vi poucas coisas, mas até aqui está sendo ótimo e estou adorando”, comentou.

Orgulho nacional

Não é novidade para ninguém que os fãs brasileiros impressionam artistas estrangeiros, ainda mais com a proximidade que eles ganham com as redes sociais. Há décadas cantores internacionais comentam o assunto, e, claro, dessa vez não seria diferente. Olivia Holt contou que os fãs daqui são incríveis “eles são muito carinhosos, por anos me falavam ‘come to Brazil’ (‘venha para o Brasil’) e, agora, finalmente estou aqui. Ter a oportunidade de conhecê-los é surreal”. Para ela, a internet possibilitou esse contato, mas que poder estar face a face com eles é ainda melhor.

“Pude entendê-los melhor [pelas redes sociais], mas vir aqui e finalmente captar sua essência é algo muito especial” disse a cantora. “Todas as vezes que falei com brasileiros nas mídias foi fantástico, eles são muito engraçados e cordiais. Desde que cheguei aqui estou sentindo isso na vida real”, comentou Olivia que, mesmo há pouco tempo em terras nacionais, já experimentou um pouco da energia dos fãs.

Para a R5, o sentimento é o mesmo. “Os fãs brasileiros são sensacionais, nós adoramos eles”, disse Rydel Lynch, que obteve a aprovação de todos os membros da banda ao falar. “Na verdade, saímos com um grupo de fãs na noite passada e foi incrível”.

“Somos meio preguiçosos com nossas redes sociais”, começou Ross, mas, antes que pudesse concluir, Rydel emendou “mas os fãs brasileiros são sempre muito ativos por lá”.

Trabalho em família

Para os membros da R5, a proximidade e a ligação entre eles – que pode chamar a atenção das pessoas, já que, exceto pelo baterista, são todos irmãos – não chega nem a ser algo lembrado para eles. Ellington Lee Ratliff disse “[trabalhar em família] é uma coisa normal para nós, nem pensamos nisso. É como se fossemos melhores amigos curtindo juntos o tempo todo […] Fazemos isso há muito tempo”, mas foi interrompido por Rydel, que falou “já faz quase uma década”.

O grupo revelou que tem um estúdio em casa e que, para eles, a música – consequentemente seu trabalho – é parte da sua rotina. “É uma coisa cotidiana para nós”, disse Ellington e completou “ vamos [para o estúdio] e simplesmente começamos a produzir”. Eles contaram que o processo todo envolvendo música é muito natural para eles, pois são fissurados pelo assunto.

Quando questionados sobre o que os move a criar novas melodias e compor suas letras, Ross não pensou duas vezes “nos inspiramos pelas inovações da música […] ficamos empolgados ouvindo as novidades”. Ryker, sentado na ponta da mesa, concordou. “Estou com você, cara”. Ross continuou: “amamos música e adoramos vários artistas, não temos uma só inspiração”. Já Já Ellington acrescenta que a turma adora todos os estilos de música e “não olhamos apenas para onde a música está indo, mas muitas vezes ‘voltamos’ para coisas antigas”. Rocky disse cultuar samples. “Muitas vezes pegamos uma parte de uma música e colocamos em ‘loop’ até conseguirmos transformá-la em algo novo”.

Novas possibilidades

Olivia Holt está pela primeira vez no Brasil e%2C mesmo com pouco tempo%2C já está adorando sua passagem por aqui

Olivia Holt está pela primeira vez no Brasil e, mesmo com pouco tempo, já está adorando sua passagem por aqui

Foto: Divulgação

Olivia começou sua carreira de atriz com a série do Disney ChanelKickin’ it”,. “Nunca tinha feito artes marciais. Fizemos um treinamento de duas semanas para aprender tudo, foi um desafio, mas foi uma ótima experiência. Me desenvolvi muito, eu cresci nesse programa” comentou a artista que, recentemente, fez parte do elenco do filme dramático “Same Kind of Different As Me”.

Para ela, atuar no longa-metragem foi muito positivo, ainda que não tenha sido nada fácil. “Não era algo que estava acostumada e gosto de me desafiar, me focar em um novo lugar”, comentou ela sobre seu papel. Sua personagem terá uma forte carga emocional e, sobre isso, ela comentou “às vezes era difícil encarar um papel tão triste, porque sou uma pessoa muito alegre, mas vou fundo para entender a emoção. Acho que essa é, às vezes, a parte mais difícil disso tudo”. Ela, ainda, revelou que a atmosfera no set de filmagens era melancólica, mas que isso acontecia pela natureza do filme, mas que, mesmo assim, a experiência de estar ao lado de grandes atores compensou os obstáculos que enfrentou.

Mesmo dando esse salto com sua jornada como atriz, Olivia Holt confessou que seu sonho era trabalhar com música. “A vida de atriz acabou tomando conta, mas pude aproveitar muito isso […] quero poder fazer música para contar histórias e me conectar com outras pessoas. Amo muito música”, disse.

Ao vivo

“Fazemos várias coisas estranhas antes dos shows”, brincou Rydel ao falar das apresentações ao vivo da banda R5, e completou “às vezes ficamos bem relaxados, outras vezes ficamos loucos”. Para Ross, o processo de preparação para os shows dependem muito da circunstância. “Algum tempo atrás não fazia nada, mas agora costumo me alongar”, disse ele, seguido por Rydel, que falou “na próxima turnê vou usar uma almofada quente no pescoço para relaxar os músculos”. Riker, rindo, brincou com a irmã “quero muito ver isso!”, e ela replicou dizendo que todos deveriam experimentar isso antes de entrar no palco. Para o grupo, encarar a plateia e fazer apresentações – até por sua experiência – se tornou algo comum ao qual já estão acostumados, como apontou Ross.

Mas, por outro lado, Olivia, quando questionada sobre como era encarar a multidão de fãs durante seus shows, desabafou “o sentimento é surreal”, e, depois de uma pausa, continuou “nada ali parece real, é incrível. As pessoas estão ali me ouvindo e cantando, é algo muito especial, me sinto sortuda de poder fazer isso”.

Show

O FunPopFun terá como sua principal atração o show do grupo Fifth Harmony com a participação da banda R5 e da cantora Olivia Holt. As apresentações são exclusivas para os ganhadores de uma promoção, porém serão transmitidas ao vivo pelo canal da VEVO.

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